Tem dias que a gente acorda e acha que ta fazendo tudo errado. Poxa, a vida é só uma. O dia é hoje. E eu aqui, parada. Tem dia que a gente sente que a vida passa apressada. As responsabilidades aumentam a cada hora. Mas a hora é agora. E eu aqui, parada. Tem dia que a gente acha que ta perdendo tempo. Cada minuto é precioso e eu já desperdicei milhares. Tinha 14, agora tenho 18. Daqui uns dias é internato, é formatura, é trabalho. To perdendo tempo. To perdendo tempo. E eu continuo aqui, parada.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
desculpa? .
( Eu te vejo por aí. Tão bem. Ah, você anda bebendo agora, não é mesmo? Você bem sabe que eu não gosto que você rele em qualquer tipo de bebida. Se bem que já não importa o que eu penso. Você me conta sobre seus pequenos casos, como se isso me importasse. E sabe de uma coisa? Eu me mordo por dentro por não ter nada desse gênero para te contar. Eu não seria capaz. Você já não é mais aquela pessoa que eu conheci, , mas ainda assim ainda não conseguiu destruir o que se passa dentro de mim. Por quê? De verdade, eu espero que você consiga. Eu sempre fui meio assim. Diferente. Eu simplesmente não sei me distanciar pra esquecer. Eu me permito sofrer aos poucos. Eu não sou como tantas outras. Eu me machuco. Eu te procuro. Assim é mais fácil… Ou será isso uma desculpa pra não ter que te esquecer? )
criado por (ma)ria cláudia às 11:26 0 criativos
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
não te quero mal, apenas não te quero mais .
( Na realidade, eu não deveria estar conversando com você agora. Eu prometi. Já deu problemas demais, você sabe. E ainda pode dar, se isso voltar a acontecer. Não que eu não goste da sua companhia. Eu sempre adorei seu bom humor, a sua atenção. Mas há um contraponto. Você me sufoca. Você me suga todo o otimismo que ainda resta. Bom, mas não vim falar sobre seus defeitos, muito menos citar suas qualidades. Longe de mim. Infelizmente não tenho controle nenhum. Só que ontem você me fez uma pergunta. Mais uma das suas tantas perguntas que eu não sei responder de imediato. Você me perguntou quais eram as diferenças entre você…e ele. Não tinha o direito, francamente! Comparações, abomino com-pa-ra-ções. Pessoas tão diferentes. Ele é meu namorado. Você? Nada. Nada de nada. Mas a questão é que a pergunta martelou insistentemente . Bateu nos meus sonhos. Me fez pensar. E agora, como num insight, a resposta é clara. Ele é TUDO o que você não é. Agora, por favor, saia. Feche a porta e não apareça mais. Não te quero mal, apenas não te quero mais. )
criado por (ma)ria cláudia às 14:20 0 criativos
assim tão perto .
( Ainda consegue tirar um sorriso morno de boas lembranças enquanto o olhar vaga pela janela distraído. Em um breve momento me vejo tão perto de onde já estivemos um dia. Me sinto tão perto de você. )
criado por (ma)ria cláudia às 13:36 0 criativos
segunda-feira, 27 de julho de 2009
madrugada .
( Você ainda tem o poder de me deixar acordada num domingo, mesmo sabendo que é de madrugada que eu preciso acordar. Eu gosto tanto de você e você deve gostar (pelo menos) um pouquinho de mim . )
criado por (ma)ria cláudia às 10:57 0 criativos
sexta-feira, 24 de julho de 2009
só em você .
( Ninguém ama outra pessoas pelas qualidades que ela tem. Caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta. O amor não é chegado em fazer contar, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã de Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom da voz, pela maneira que os olhos piscam, pela cumplicidade que se revela quando menos se espera. Eu tenho o dom de te irritar até quando falo (repito) coisas boas de serem ouvidas. Você ama essa irritante! Eu escrevi dúzias de cartas que você não respondeu. Eu amo esse desconsiderado! Você gosta de rock e eu de músicas românticas, eu gosto de sair de dia e você tem “alergia” a sol, você detesta filmes de drama e eu abomino os de terror. Nem o ódio combinamos. E então? Então que você tem um jeito de sorrir que me deixa imobilizada, o meu beijo é mais viciante que Coca-Cola (por isso que você anda bebendo menos, né?), você adora brigar comigo e eu adoro implicar com você. Então que sem você minha idéia de passar a lua-de-mel fazendo mochilão pela América do Sul perderia totalmente o sentido e eu não iria desejar passar o resto da vida com alguém que só saiba fazer miojo (tá, a sobremesa é minha: gelatina). Tudo perderia a graça. Isso tem nome. amor. Você ama essa implicante e eu amo esse briguento. Você diz que vai ligar e não liga e acha que eu visto a primeira roupa que vejo no armário. Você não liga se chove no fim de semana, está quase sempre impaciente e é meio desligado. Eu, tão desastrada (não traz a calçada, não!), não tenho nenhuma vocação pra princesa de conto de fadas (nem de bruxa má, né, amor?) e ainda assim você não consegue me despachar. Mas quando a sua mão toca a minha nuca, eu me derreto feito manteiga.Quando eu acaricio seus cabelos, você se desmancha que nem criança pedindo colo. Eu sou fanática por livros, você por computadores. Você decifra códigos inteiros de programação, eu desvendo poesias. Ainda assim, por que a gente se ama? Não, não pergunte pra mim. Imagino que seja pela sua força que acalma minha fragilidade. Ou pelo fato de ser tão fechado, teimoso, talvez bravo. Isso me freia, faz com que eu não me perca nos romances que já li, nem no estranho mundo das paranóias. Você gosta de séries policiais, filmes de guerra. E eu, medrosa, só tenho coragem de assisti-los tendo você ao meu lado. Ou será que esse meu medo é apenas uma desculpa pra estar aninhada em seus braços? Talvez. Sabe, eu não sou perfeita, muito menos a mais bonita das garotas. Meu cabelo não nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e o meu corpo não tem todas as curvas no lugar. Não sou independente, nem tenho emprego fixo, nem sou a mais descolada da turma. Na verdade, posso ser um pé no saco. E sabe o que me faz admitir (ainda mais pra você)? É a certeza que isso não te afasta de mim (“isso te faz diferente de todas, Má). Sei que existem pessoas engraçadas aos montes, generosas às pencas, baladeiros estão assim ó! Mas e alguém que gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e faz uma massagem imbatível? Alguém cujo humor não é dos melhores, é uma companhia incrível e adora pés? Bom, esse alguém eu só encontrei em você. )
criado por (ma)ria cláudia às 19:29 0 criativos
a coisa mais fácil é encontrar gente falando de amor .
( Só que o amor que eles falam é o amor que todo mundo conhece ou acha que conhece. É o amor que tem frio na barriga, vontade de ver. Falam do amor que um completa o outro, da saudade, poxa. Amor é só isso? Depois de tanto tempo com você, te conheendo, passando por fases ótima e nem tão boas assim,tentando te entender e te respeitar do jeito que você é, muitas vezes briguento, muitas vezes sem paciência, mas sempre o André que eu gosto, eu acho que resumir o amor só como “borboletas-no-estômago” é muito pouco. Talvez a gente percebe depois de um tempo que o fato de gostar tanto de alguém a ponto de amar é mais do que sentir os sintomas físicos. Amar é um grande investimento. Amar é uma grande doação. É crescer. E não é fácil. Sabe por que? Amor se constrói entre duas pessoas. Dois gostos, duas personalidades. Dois jeitos de ver a vida. Duas vontades. Alguns pontos em comum. E um sentimento único. Então a gente aprende. A gente conhece. A gente respeita e admira. Um admira a calma que encontra no outro. O outro admira a força, o modo de encarar a vida. E te digo mais. Depois de tanto tempo é que a gente pode encher a boca e dizer com firmeza “meu, eu te amo”. E dentro dessa frase tão pequena está escondido muitas outras coisas. ‘Meu, eu te amo. Depois de tanto tempo, eu ainda te amo. Conhecendo teu jeito, teus defeitos é que te amo mais. Apesar de tudo. Acima de tudo”. Porque amar sem conhecer, amar no primeiro mês, amar sem a primeira briga é fácil. Só que ser capaz de ainda rir um do outro, de gostar do jeito que ele sorri e não ligar por cabelo armado é uma grande conquista. Por isso eu falo de amor… )
criado por (ma)ria cláudia às 13:38 0 criativos